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Os investidores institucionais e o Governo das Sociedades: disponibilidade, condicionantes e implicações


Carlos Francisco Alves
Almedina, ISBN 972-40-2508-X – 487 págs – 2005 – CMVM

  • Índice
  • Prefácio
  • Apresentação e Agradecimentos
  • Introdução
  • Capítulo Um – Os Investidores Institucionais e o Governo das Sociedades
    • 1.1 Introdução
    • 1.2 Sistemas de Governo das Sociedades
    • 1.3 Limitações dos Sistemas de Governo das Sociedades
    • 1.4 Soluções Potenciais
    • 1.5 O Que Esperar dos Investidores Institucionais?
    • 1.6 Evidência de Activismo e de Seus Efeitos
    • 1.7 Síntese Conclusiva
  • Capítulo Dois – Ensaio sobre Conflito de Interesses Entre Accionistas e Clientes de Investidores Institucionais no Que Respeita à Influência do Governo das Sociedades Participadas
    • 2.1 Introdução
    • 2.2 O Modelo
      • 2.2.1 A Sequência de Eventos
      • 2.2.2 O Comportamento dos Clientes dos Fundos
      • 2.2.3 A Performance da Carteira de Activos do Fundo
      • 2.2.4 O Problema dos Administradores de J
      • 2.2.5 O Problema do Banco
      • 2.2.6 Os Outros Interesses
    • 2.3 As Soluções e as Condições de Equilíbrio
      • 2.3.1 Os Limites do Espaço de Equilíbrio
      • 2.3.2 A Escolha de B na Ausência de Habilidade para Gerir Carteiras
      • 2.3.3 A Escolha de B na Presença de Habilidade para Gestão de Carteiras
    • 2.4 O Efeito da Supervisão
    • 2.5 O Efeito da Reacção dos Clientes
    • 2.6 Síntese Conclusiva
  • Capítulo Três - Revisão e Discussão da Literatura Sobre Medidas de Performance e Reacção dos Clientes à Performance
    • 3.1 Introdução
    • 3.2 Metodologias Baseadas em Séries Temporais de Rendibilidades
      • 3.2.1 Medidas Tradicionais
        • 3.2.1.1 O CAPM e as Medidas Tradicionais
        • 3.2.1.2 Decomposição da Performance em market Timing e Selectividade
        • 3.2.1.3 Problemas das Medidas Tradicionais
      • 3.2.2 Medidas Baseadas em Modelos Multifactoriais
        • 3.2.2.1 A Teoria de Arbitragem e a Determinação da Performance
        • 3.2.2.2 Medidas Baseadas em Modelos de Informação Condicionada
    • 3.3 Metodologias de Cálculo da Performance Baseadas na Composição das Carteiras
      • 3.3.1 Medidas Baseadas nas Composições das Carteiras
      • 3.3.2 Limitações das Medidas Baseadas nas Composições das Carteiras
    • 3.4 Evidência Empírica de Performance e Persistência de Performance
      • 3.4.1. Evidência Empírica
        • 3.4.1.1 Performance Global
        • 3.4.1.2 Performance ao Nível do Market Timing
        • 3.4.1.3 Persistência da Performance
      • 3.4.2 Tentativas de Explicação
        • 3.4.2.1 Despesas e Custos de Transacção
        • 3.4.2.2 Restrições e Estilos de Gestão
        • 3.4.2.3 Padrões de Transacção e Custos de Agência
        • 3.4.2.4 Preferências dos Investidores e Custos de Agência
    • 3.5 Evidência Empírica da Reacção dos Clientes à Performance
      • 3.5.1 Reacção ao Passado
      • 3.5.2 Reacção ao Futuro Previsível
    • 3.6 Síntese Conclusiva
  • Capítulo Quatro - Resposta dos Clientes à Performance
    • 4.1 Introdução
    • 4.2 Descrição dos Dados
      • 4.2.1 Definição e Características da Amostra
      • 4.2.2 Definição de Variáveis e de Fontes de Informação
    • 4.3 Análise da Performance Global
      • 4.3.1 Performance Não Ponderada Pelo Risco
      • 4.3.2 Performance Ponderada Pelo Risco
        • 4.3.2.1 Medidas de Performance
        • 4.3.2.2 Sensibilidade a Diferentes Critérios e Modelos
        • 4.3.2.3 Resultados Globais Obtidos
    • 4.4 Evolução Global da Procura
    • 4.5 Análise da Evolução da Procura com Base em Tabelas de Contingência
      • 4.5.1 Análise da Reacção dos Consumidores à Performance dos Fundos
        • 4.5.1.1 Análise Trimestre/Trimestre
        • 4.5.1.2 Análise Semestre/Semestre
        • 4.5.1.3 Análise Ano/Ano
        • 4.5.1.4 Análise Ano/Trimestre
      • 4.5.2 Análise da Antecipação da Performance pelos Consumidores
      • 4.5.3 Análise da Persistência da Procura
      • 4.5.4 Análise da Importância dos Custos de Transacção
      • 4.5.5 Relação entre a Performance, a Procura e as Comissões de Resgate
        • 4.5.5.1 Relação entre a Performance e as Comissões de Resgate
        • 4.5.5.2 Análise Tridimensional Agregada da Amostra
    • 4.6 Análise Complementares
      • 4.6.1 Apreciação Global de Vencedores e Perdedores
      • 4.6.2 Regressões com Dados Temporais e Seccionais
        • 4.6.2.1 O Modelo
        • 4.6.2.2 Reacção a Diferentes Medidas da Performance
        • 4.6.2.3 Sazonalidade dos Fluxos e da Reacção
      • 4.6.3 Regressões Seccionais à Fama-MacBeth
    • 4.7 Síntese Conclusiva
  • Capítulo Cinco - Condicionamento das Políticas de Investimento dos Fundos de Acções Nacionais aos Interesses do Grupo Financeiro em que se Insere a Sociedade Gestora
    • 5.1 Introdução
    • 5.2 Base de Dados
    • 5.3 Análise do Peso das Holdings dos Grupos nas Carteiras dos Fundos
      • 5.3.1 Análise da Estrutura das Aplicações
      • 5.3.2 Comparação com Carteiras de Mínima Variância
      • 5.3.3 Análise da Estrutura das Aplicações versus Estrutura do Mercado
      • 5.3.4 Análise da Estrutura das Aplicações Face à Performance das Acções
      • 5.3.5 Análise da Estrutura das Aplicações Face ao Risco
      • 5.3.6 Análise da Estrutura das Aplicações Face a Outras Características das Acções
      • 5.3.7 Modelo de Regressão Linear
    • 5.4 Análise das Compras e das Vendas
    • 5.5 Síntese Conclusiva
  • Conclusões Finais
  • Apêndices
  • Bibliografia