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Estatísticas

Estatísticas periódicas


Indicadores mensais de receção de ordens

Novembro de 2019

 

Em novembro de 2019, o valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidas pelos intermediários financeiros registados na CMVM totalizou 5.928,4 milhões de euros, uma descida de 31,4% face a outubro. Desde o início do ano, este indicador subiu 9,8% face a igual período do ano passado. 

O valor mensal dos instrumentos financeiros de dívida pública e de dívida privada diminuiu, respetivamente, 40% para 3.615,8 milhões de euros e 21% para 966,0 milhões. Nas ações, o valor decresceu 6% para 948,2 milhões de euros.

O BCP teve a maior quota de mercado nas transações sobre ações (16,6%), seguindo-se o Banco BPI (14,0%) e o BIG (10,8%). Na dívida (pública e privada), a maior quota pertenceu ao BNP Paribas (39,9%), seguindo-se o Novo Banco (27,4%) e o Banco LJ Carregosa (21,8%).

O valor das ordens sobre instrumentos financeiros derivados desceu 19,0% face ao mês anterior, para 9.352,8 milhões de euros, enquanto o número de contratos negociados recuou 17,5%.

Os CFDs foram o instrumento financeiro mais negociado no mercado de derivados (54,5% do total), tendo as transações decrescido 21,1% em relação a outubro. As transações sobre futuros desceram 57,5%.

No mesmo período, o valor das ordens de residentes registou uma descida mensal de 29,9%, tendo o valor das ordens de não residentes diminuído 32,7%.

Quanto ao mercado de execução, 28,1% das ordens recebidas foram executadas fora de mercado, 35,3% nos mercados internacionais, 12,7% nos mercados regulamentados nacionais e 23,9% foram internalizadas.

Estados Unidos, França e Alemanha foram os três principais destinos das ordens executadas sobre ações fora de Portugal, enquanto Reino Unido, França e Itália foram o principal destino das ordens sobre títulos de dívida.