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Estatísticas

Estatísticas periódicas


Indicadores mensais de receção de ordens

Outubro de 2019

 

Em outubro de 2019, o valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidas pelos intermediários financeiros registados na CMVM totalizou 8.644,2 milhões de euros, mais 21,4% do que em setembro. Desde o início do ano, este indicador subiu 9,2% face a igual período do ano passado. 

O valor mensal dos instrumentos financeiros de dívida pública e de dívida privada subiu, respetivamente, 25% para 6.070,9 milhões de euros e 22% para 1.227,7 milhões. Nas de ações, o valor cresceu 17% para 1.003,4 milhões de euros.

O Novo Banco teve a maior quota de mercado nas transações sobre ações (19,6%), seguindo-se o BCP (17,8%) e o Banco BPI (11,8%). Na dívida (pública e privada), a maior quota pertenceu ao Banco LJ Carregosa (43,0%), seguindo-se o Novo Banco (28,5%) e o BNP Paribas (19,3%).

O valor das ordens sobre instrumentos financeiros derivados desceu 11,1% face ao mês anterior, para 11.550,4 milhões de euros, enquanto o número de contratos negociados recuou 7,5%.

Os CFDs foram o instrumento financeiro mais negociado no mercado de derivados (55,9% do total), tendo as transações crescido 6,3% em relação a setembro. As transações sobre futuros desceram 25,6%.

No mesmo período, o valor das ordens de residentes registou uma subida mensal de 42,6%, tendo o valor das ordens de não residentes aumentado 7,8%.

Quanto ao mercado de execução, 28,5% das ordens recebidas foram executadas fora de mercado, 17,2% nos mercados internacionais, 10,3% nos mercados regulamentados nacionais e 43,9% foram internalizadas.

Estados Unidos, França e Alemanha foram os três principais destinos das ordens executadas sobre ações fora de Portugal, enquanto Reino Unido, França e Países Baixos foram o principal destino das ordens sobre títulos de dívida.