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Comunicados

Proteção do investidor numa economia digitalizada marca Semana Mundial do Investidor


​10 de outubro de 2019
 
Os desafios para os reguladores da proteção do investidor e os impactos para a indústria de serviços financeiros de uma economia cada vez mais digitalizada, foram os temas centrais em debate na terceira Semana Mundial do Investidor, que voltou este ano a chegar a milhares de pessoas, quer de forma direta em eventos realizados no país quer através das redes sociais.
 
Com o objetivo de promover a educação financeira e a proteção do investidor, a CMVM, conjuntamente com os oito parceiros, dinamizou, durante a semana terminada 6 de outubro, iniciativas de debate e informação sobre temas como princípios básicos de investimento, a digitalização nos serviços financeiros e a inteligência artificial, que tiveram igualmente ampla referência também na comunicação social. O início da SMI, que este ano teve como slogan nacional “Investir no conhecimento, investir com confiança” foi também o momento escolhido para lançar cinco novas brochuras da CMVM destinadas ao investidor não profissional.
 
As várias iniciativas contaram com mais de 600 participantes, distribuídos por sete atividades. O alcance das principais mensagens foi potenciado por vários canais de relacionamento com a sociedade, nomeadamente, através das redes sociais e dos órgãos de comunicação social, com mais de duas dezenas de notícias publicadas na imprensa e na televisão.
 
No site, as páginas da área dedicada à Semana Mundial do Investidor tiveram, entre 12 de setembro e 7 de outubro, 4.181 visualizações (5% das quais na versão inglesa). No mesmo período, no LinkedIn e no Twitter, as publicações sobre a SMI superaram, respetivamente, 56 mil e oito mil impressões, enquanto através da página do Facebook dedicada ao evento foram alcançadas mais de 2.600 pessoas.
 
A edição especial das Conversas na CMVM, a primeira atividade da semana, reuniu mais de 60 pessoas, para debater a inteligência artificial e os desafios que coloca ao sistema financeiro e aos reguladores na sua função de proteção do investidor.
 
No dia seguinte, dedicado aos estudantes, a CMVM, juntamente com a APFIPP e a Euronext Lisbon, estiveram na Escola Secundária da Maia onde dinamizaram uma ação de formação para mais de 200 alunos dos 10º e 11º anos, sobre “Poupar e Investir para Preparar o Futuro”.
 
Em Lisboa, no novo laboratório do ISEG, o XLAB - Behavioural Research Lab, foi realizado um Focus Group com 16 alunos da Geração Z, com o objetivo de avaliar conhecimentos e atitudes que impactam a sua vida financeira, através de conversas informais sobre temas como poupança e investimento.
 
O Open Day na Banca voltou a integrar as iniciativas da SMI, tendo este ano chegado a 134 pessoas, em oito instituições bancárias, nas quais foram realizadas sessões de esclarecimento sobre temas relacionados com o investimento responsável e dicas para os investidores.
 
Dedicada à digitalização ao serviço do investidor, a conferência contou com cerca de 140 pessoas que, ao longo de uma manhã, ouviram representantes dos parceiros da CMVM nesta semana, da academia e do mercado debater a proteção do investidor no contexto da digitalização e se esta constitui uma ameaça ou um contributo para o setor dos serviços financeiros. No mesmo dia, a CMVM assinou um protocolo com universidades, tendo por objetivo a realização de estudos sobre o investidor em instrumentos financeiros, em Portugal.
 
A concluir as atividades da SMI, a CMVM realizou uma sessão de sensibilização para 31 seniores da Residência Nossa Senhora da Esperança, focada em conceitos básicos de investimento responsável.
A World Investor Week, iniciativa global promovida pela IOSCO, envolveu este ano reguladores e stakeholders de 90 países, na dinamização de atividades e ações focadas no investidor, na sua proteção e na educação financeira. No arranque da semana a IOSCO publicou um guia para criação de programas de educação financeira, que detalha conteúdos e competências chave a desenvolver.
 
Em Portugal, a SMI é organizada pela CMVM, com o apoio de oito parceiros: a Associação de Empresas Emitentes de Valores Cotados em Mercado (AEM), a Associação Portuguesa de Analistas Financeiros (APAF), a Associação Portuguesa de Bancos (APB), a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento e Fundos de Pensões (APFIPP), a Associação Portuguesa de Seguradores (APS), a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), o Banco de Portugal (BdP) e a Euronext Lisbon.