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Estatísticas

Estatísticas periódicas


Receção de ordens

Outubro 2016

Em outubro de 2016, o valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidas pelos intermediários financeiros registados na CMVM totalizou 7.405,7 milhões de euros, menos 30,1% do que em setembro. Desde o início do ano, este indicador caiu 41,4% face a igual período do ano passado.  

O valor mensal decresceu 39% nas ordens relativas a instrumentos financeiros de dívida pública, para 4.311,2 milhões de euros, e 20% nas de dívida privada, para 1.243,4 milhões, em contrapartida nas de ações aumentou 1% para 1.237,3 milhões de euros.

Ao Haitong Bank coube a maior quota de mercado nas transações sobre ações (18,0%), seguindo-se o Novo Banco (17,8%) e o BPI (9,4%). Na dívida (pública e privada), a maior quota pertenceu ao Banco LJ Carregosa (45,7%), seguindo-se a Intermoney Valores (17,4%) e o Novo Banco (13,6%).

O valor das ordens sobre instrumentos financeiros derivados decresceu 49,1%, para 5.355,8 milhões de euros, enquanto o número de contratos negociados recuou 5,0%.

Os CFDs foram o instrumento financeiro mais negociado no mercado de derivados (69,4% do total), tendo as transações recuado 20,1%. As transações sobre futuros caíram 78,4%.

No mesmo período registou-se uma descida quer no valor das ordens de residentes (24,9%), quer nas de não residentes (33,8%).

Das ordens recebidas, 70,7% foram executadas fora de mercado, 11,0% foram executadas nos mercados internacionais, 13,7% nos mercados regulamentados nacionais e 4,5% foram internalizadas.

França, Alemanha e Estados Unidos foram os três principais destinos das ordens executadas sobre ações fora de Portugal, enquanto Luxemburgo, Alemanha e França foram o principal destino das ordens sobre títulos de dívida.