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Introdução
I. Fundos de investimento em portugal
I.1 - Classificação dos Fundos de Investimento
I.1.1 - Quanto à Natureza dos Activos I.1.2 - Quanto à Variabilidade do Capital I.1.3 - Quanto ao Espaço de Actuação I.1.4 - Quanto à Forma de Remuneração do Participante I.1.5 - Quanto ao Nível de Harmonização
I.1.1 - Quanto à Natureza dos Activos
I.1.2 - Quanto à Variabilidade do Capital
I.1.3 - Quanto ao Espaço de Actuação
I.1.4 - Quanto à Forma de Remuneração do Participante
I.1.5 - Quanto ao Nível de Harmonização
I.2 - Enquadramento legal
I.2.1 - Entidades de Supervisão I.2.2 - Regulamentos
I.2.1 - Entidades de Supervisão
I.2.2 - Regulamentos
I.3 - Evolução da indústria dos fundos de investimento
I.3.1 - Os Fundos de Investimento entre os Investidores Institucionais I.3.2 - Os Fundos de Investimento no Sistema Financeiro I.3.3 - Conclusões
I.3.1 - Os Fundos de Investimento entre os Investidores Institucionais
I.3.2 - Os Fundos de Investimento no Sistema Financeiro
I.3.3 - Conclusões
I.4 - Fundos de Investimento Imobiliário
I.4.1 - Os Fundos de Investimento Imobiliário no contexto internacional I.4.2 - Indústria dos Fundos de Investimento Imobiliário em Portugal I.4.2.1 - Composição das Carteiras I.4.2.2 - Valores geridos pelas SGFII e Comissões I.4.3 - Conclusões
I.4.1 - Os Fundos de Investimento Imobiliário no contexto internacional
I.4.2 - Indústria dos Fundos de Investimento Imobiliário em Portugal
I.4.2.1 - Composição das Carteiras
I.4.2.2 - Valores geridos pelas SGFII e Comissões
I.4.3 - Conclusões
I.5 - Fundos de Investimento Mobiliário
I.5.1 - Os Fundos de Investimento Mobiliário no contexto internacional I.5.2 - Indústria dos Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal I.5.2.1 - Evolução dos Fundos de Investimento Mobiliário - por Categoria de fundos I.5.2.2 - Composição das Carteiras - por Natureza de Valor I.5.2.3 - Investimentos dos Fundos de Investimento Mobiliário - por Origem de Valor e Moeda I.5.2.4 - Valores Geridos pelas SGFIM e Comissões I.5.3 - Os Fundos de Investimento Mobiliário estrangeiros I.5.4 - Conclusões
I.5.1 - Os Fundos de Investimento Mobiliário no contexto internacional
I.5.2 - Indústria dos Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal
I.5.2.1 - Evolução dos Fundos de Investimento Mobiliário - por Categoria de fundos
I.5.2.2 - Composição das Carteiras - por Natureza de Valor
I.5.2.3 - Investimentos dos Fundos de Investimento Mobiliário - por Origem de Valor e Moeda
I.5.2.4 - Valores Geridos pelas SGFIM e Comissões
I.5.3 - Os Fundos de Investimento Mobiliário estrangeiros
I.5.4 - Conclusões
II. Comportamento dos Fundos de Investimento em Acções
II.1 - Análise da Rendibilidade dos Fundos de Investimento
II.1.1 - Rendibilidade - por fundo e classe de fundo II.1.2 - Rendibilidade - por entidade gestora II.1.3 - Efeito da introdução de comissões na ordenação dos fundos II.1.4 - Conclusões
II.1.1 - Rendibilidade - por fundo e classe de fundo
II.1.2 - Rendibilidade - por entidade gestora
II.1.3 - Efeito da introdução de comissões na ordenação dos fundos
II.1.4 - Conclusões
II.2 - Composição da carteira dos fundos de investimento
II.2.1 - Composição de Carteira - por fundo e categoria de fundo II.2.2 - Composição de carteira - por entidade gestora II.2.3 - Conclusões
II.2.1 - Composição de Carteira - por fundo e categoria de fundo
II.2.2 - Composição de carteira - por entidade gestora
II.2.3 - Conclusões
II.3 - Medidas de Avaliação da Performance
II.3.1 - Modelo CAPM II.3.1.1 - Modelo CAPM - resultados por fundo e categoria de fundo II.3.1.2 - Modelo CAPM - resultados por entidade gestora II.3.1.3 - Modelo CAPM - alguns problemas metodológicos II.3.2 - Outras medidas de avaliação da performance II.3.2.1 - Medida de Jensen II.3.2.2 - Medida de Treynor II.3.2.3 - Medida de Sharpe II.3.2.4 - Comparação entre medidas II.3.2.5 - Conclusões
II.3.1 - Modelo CAPM
II.3.1.1 - Modelo CAPM - resultados por fundo e categoria de fundo
II.3.1.2 - Modelo CAPM - resultados por entidade gestora
II.3.1.3 - Modelo CAPM - alguns problemas metodológicos
II.3.2 - Outras medidas de avaliação da performance
II.3.2.1 - Medida de Jensen
II.3.2.2 - Medida de Treynor
II.3.2.3 - Medida de Sharpe
II.3.2.4 - Comparação entre medidas
II.3.2.5 - Conclusões
II.4 - O fenómeno Hot-Hand
II.4.1 - Metodologia A II.4.2 - Metodologia B II.4.3 - Conclusões
II.4.1 - Metodologia A
II.4.2 - Metodologia B
II.4.3 - Conclusões
II.5 - Performance do Fundo e Time Ability
II.5.1 - Resultados por fundo e categoria de fundo II.5.2 - Conclusões
II.5.1 - Resultados por fundo e categoria de fundo
II.5.2 - Conclusões
II.6 - Outros determinantes da rendibilidade dos fundos de investimento
II.6.1 - Conclusões
Conclusão
Bibliografia
III. Anexos 682 Kb